Olá pessoal!
Muito tempo sem escrever por aqui. Mas eu acabei de fazer uma delícia que eu provei lá na Austrália recentemente: Banana Bread. Esse "pão de banana" é bem tradicional por lá, tem em todo lugar.
Quando eu ouvi esse nome pensei que seria realmente um pão com banana mas ele é um pouco mais fofinho do que um pão e não chega a ser um bolo, entende? A receita original leva açúcar refinado, farinha de trigo, manteiga e outras até creme azedo (sour cream). Mas eu consegui adaptar para uma versão sem glúten mais brasileira colocando farinha de banana verde.
Depois eu até comparei com a outra receita que eu coloquei no blog de bolo de banana sem glúten mas ficou bem diferente.
O banana bread é rico com carboidratos e uma excelente opção para para quem pratica atividade física, principalmente antes dos treinos. Vale a pena provar!
Banana bread sem glúten / Gluten Free Banana Bread:
- 3 bananas
- 1 xícara de farinha de banana verde / 1 cup green banana flour
- 1/3 de xícara de farinha sem glúten / 1/3 cup gluten free flour
- 1/2 se sopa de essência de baunilha / 1/2 tsp vanilla extract
- 2 ovos / 2 eggs
- 2/3 de xícara de açúcar mascavo / 2/3 cup brown suggar
- 1/2 xícara de óleo de coco / 1/2 cup coconut oil
- 1 colher de sopa de fermento em pó / 1 tsp baking soda
Modo de Preparo:
Pre-aquecer o forno 180º.
Bater os ovos, óleo de coco a essência e a banana. Misture os ingredientes secos e bata com a outra mistura molhada. Coloque o fermento por ultimo e incorpore bem. Untar uma forma de pão ou qualquer outra assadeira com óleo de coco. Colocar no forno a 180ºC graus por 50 minutos.
Dica: dá para dobrar a receita se a assadeira for grande.
Directions:
In a large bowl, combine the flours and the sugar. In a small bowl, whisky the eggs, bananas, oil and vanilla. Stir into dry ingredients just until moistened. Transfer to a loaf pan or any other pan you have coated with coconut oil.
Bake at 180ºC for 50 minutes. Cool for 10 minutes before removing from the pan.
Bom apetite!
domingo, 6 de abril de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Quero me tornar vegetariano. Será que tem algum problema?
Polêmicas a respeito das razões que levam as pessoas a se tornarem vegetarianos a parte, não tenho dúvidas que uma dieta vegetariana equilibrada traz muitos benefícios para a saúde e para o meio ambiente. No meio científico isso já é consenso já algum tempo. Há vários estudos mostrando vários benefícios da exclusão da carme, sempre aliado a uma dieta equilibrada.
Ultimamente, tenho sido muito questionada sobre o processo até o vegetarianismo. Muita gente fica na dúvida em tirar a carne, achando que se tornar vegetariano ou até mesmo semi vegetariano pode trazer alguma deficiência para o organismo.
Ultimamente, tenho sido muito questionada sobre o processo até o vegetarianismo. Muita gente fica na dúvida em tirar a carne, achando que se tornar vegetariano ou até mesmo semi vegetariano pode trazer alguma deficiência para o organismo.
A questão toda da carne envolve muita coisa, sem sombra de dúvidas. Porém, o que eu quero deixar claro é que toda dieta vegetariana é saudável desde que tenha um equilíbrio, assim como uma dieta onívora. O que eu mais vejo por aí são pessoas querendo se tornar vegetarianos com péssimos hábitos alimentares, e essa prática pode piorar o estado nutricional do indivíduo. De forma geral as pessoas compensam a falta de carnes com carboidratos refinados e gorduras como por exemplo: batata frita, sorvete, açúcar, produtos industrializados. Além disso, não comem vegetais, frutas e torcem o nariz para tudo que é integral. E isso é bom? Claro que não! Isso é muito pior.
Por isso que eu defendo, antes de tudo, um acompanhamento nutricional para corrigir ou melhorar os hábitos alimentar independente do tipo de vegetarianismo, da mesma forma que uma pessoa que decide restringir a sua alimentação por qualquer motivo ou patologia. Gente, é muito importante o acompanhamento.
Além do que cada pessoa tem necessidades diferentes, ou seja, para cada um, pode haver diferenças com relação à adequação da dieta, diferenças com relação como o organismo processa o alimento, se a quinua, que é tanto indicada, é um veneno ou não para a pessoa em questão.
Portanto, muita calma para generalizar qualquer coisa. Pode ser um problema se tornar vegetariano como pode ser o melhor caminho para o seu organismo. Procure sempre uma orientação e acompanhamento especializado! Mais importante do que tirar a carne da sua vida, é se tornar uma pessoa mais saudável!
Um abraço,
Carol
Um abraço,
Carol
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Cúrcuma. Tempero tudo de bom!
Você já ouviu falar desse tempero? Muito usada na medicina chinesa e indiana, a Cúrcuma é muito conhecida na Índia pois é um dos ingredientes do famoso curry. É ela quem dá a cor amarelada a esse tempero.
A cúrcuma traz vários benefícios para a saúde, isso porque contem uma grande quantidade do fitonutriente curcumina, um poderoso antiinflamatório. É antioxidante e ajuda no quadro de artrite reumatóide com o alívio da dor. Além disso, ajuda o fígado na detoxificação, inibe danos nos cromossomos, inibe a formação de células cancerosas e também ajuda a proteger o coração já que contribui para a redução do colesterol "ruim". Muita gente não sabe mas a curcuma ajuda na controlar os níveis de glicose, o que pode ser um aliado no combate a resistência a insulina ou diabetes.
Separei 5 formas práticas de consumir a cúrcuma no dia-a-dia:
1- No molho para salada. Você pode misturar uma pitada de cúrcuma com shoyu, azeite e limão.
2- Adicionar em omeletes
3- Misturar no arroz integral (veja a receita abaixo)
4- Misturar mais cúrcuma no curry para aumentar a concentração de curcumina nesse tempero.
5- Misturar na lentilha ou couve-flor (fica uma delícia!)
Importante: procure não submeter à cocção. O ideal é adicionar após o alimento estiver cozido.
Receita
Arroz Integral com Cúrcuma e Castanha
Ingredientes:
- 5 xícaras de água filtrada
- 2 xícaras de arroz integral (prefira o orgânico)
- 1/2 xícara de castanha do Brasil picada
- 1 cebola pequena picada
- 1 dente de alho picado
- 2 colheres de sopa de óleo de coco
- 1 colher de sobremesa de cúrcuma em pó
- Sal marinho a gosto
Modo de Preparo:
Lave o arroz, escorra e reserve. Refogue a cebola e o alho no óleo de coco. Acrescente o raro integral e o sal marinho, refogue mais um pouco. Coloque a água e misture delicadamente. Deixe cozinhar até que a água evapore. Apague o fogo, misture a cúrcuma e decore com as castanhas.
A cúrcuma traz vários benefícios para a saúde, isso porque contem uma grande quantidade do fitonutriente curcumina, um poderoso antiinflamatório. É antioxidante e ajuda no quadro de artrite reumatóide com o alívio da dor. Além disso, ajuda o fígado na detoxificação, inibe danos nos cromossomos, inibe a formação de células cancerosas e também ajuda a proteger o coração já que contribui para a redução do colesterol "ruim". Muita gente não sabe mas a curcuma ajuda na controlar os níveis de glicose, o que pode ser um aliado no combate a resistência a insulina ou diabetes.
Separei 5 formas práticas de consumir a cúrcuma no dia-a-dia:
1- No molho para salada. Você pode misturar uma pitada de cúrcuma com shoyu, azeite e limão.
2- Adicionar em omeletes
3- Misturar no arroz integral (veja a receita abaixo)
4- Misturar mais cúrcuma no curry para aumentar a concentração de curcumina nesse tempero.
5- Misturar na lentilha ou couve-flor (fica uma delícia!)
Importante: procure não submeter à cocção. O ideal é adicionar após o alimento estiver cozido.
Receita
Arroz Integral com Cúrcuma e Castanha
Ingredientes:
- 5 xícaras de água filtrada
- 2 xícaras de arroz integral (prefira o orgânico)
- 1/2 xícara de castanha do Brasil picada
- 1 cebola pequena picada
- 1 dente de alho picado
- 2 colheres de sopa de óleo de coco
- 1 colher de sobremesa de cúrcuma em pó
- Sal marinho a gosto
Modo de Preparo:
Lave o arroz, escorra e reserve. Refogue a cebola e o alho no óleo de coco. Acrescente o raro integral e o sal marinho, refogue mais um pouco. Coloque a água e misture delicadamente. Deixe cozinhar até que a água evapore. Apague o fogo, misture a cúrcuma e decore com as castanhas.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Bolo de Coco Sem Glúten e Sem Leite
A pedidos, depois de alguns ajustes, segue a receita do delicioso bolo de coco sem glúten, feito com leite de coco.
Devo dizer que é um excelente pré-treino para aqueles que praticam atividade física de alta intensidade ou longa duração. Além de ser rico em carboidratos, é fonte de Triglicérides de Cadeia Média (TCM), gordura que é rapidamente absorvida e transportada pelo organismo. Tem velocidade de oxidação comparável aos carboidratos, preservando as reservas de glicogênico muscular. Além disso, os TCM podem ter efeito anticatabólico pois poupam a massa muscular.
Ingredientes:
- 200ml de leite de coco (1 vidrinho)
- 1 ovo
- 200g de coco ralado sem açúcar (preferir os flocos, fica melhor!)
- 1/2 xícara de óleo de coco
- 1 xícara de farinha sem glúten
- 2 xícaras de açúcar mascavo
- 1 colher de sopa de fermento em pó
Modo de preparo:
Em uma tigela misture a farinha sem glúten e o coco ralado. Reserve. Bata no liquidificador ou na batedeira o ovo, o leite de coco, o açúcar e o óleo de coco. Junte bem conteúdo dos dois recipientes e por ultimo misture o fermento. Unte uma assadeira redonda com furo com a farinha sem glúten e óleo de coco. Despeje o conteúdo e deixe assar no forno médio 180ºC por 40 minutos ou até dourar.
Rendimento: 15 fatias finas
Obs:
Você pode substituir o ovo por mais 1/4 de xícara de óleo de coco, se não quiser usar o ovo. Fica tão bom quanto (eu testei).
Bom apetite!
Devo dizer que é um excelente pré-treino para aqueles que praticam atividade física de alta intensidade ou longa duração. Além de ser rico em carboidratos, é fonte de Triglicérides de Cadeia Média (TCM), gordura que é rapidamente absorvida e transportada pelo organismo. Tem velocidade de oxidação comparável aos carboidratos, preservando as reservas de glicogênico muscular. Além disso, os TCM podem ter efeito anticatabólico pois poupam a massa muscular.
- 200ml de leite de coco (1 vidrinho)
- 1 ovo
- 200g de coco ralado sem açúcar (preferir os flocos, fica melhor!)
- 1/2 xícara de óleo de coco
- 1 xícara de farinha sem glúten
- 2 xícaras de açúcar mascavo
- 1 colher de sopa de fermento em pó
Modo de preparo:
Em uma tigela misture a farinha sem glúten e o coco ralado. Reserve. Bata no liquidificador ou na batedeira o ovo, o leite de coco, o açúcar e o óleo de coco. Junte bem conteúdo dos dois recipientes e por ultimo misture o fermento. Unte uma assadeira redonda com furo com a farinha sem glúten e óleo de coco. Despeje o conteúdo e deixe assar no forno médio 180ºC por 40 minutos ou até dourar.
Rendimento: 15 fatias finas
Obs:
Você pode substituir o ovo por mais 1/4 de xícara de óleo de coco, se não quiser usar o ovo. Fica tão bom quanto (eu testei).
Bom apetite!
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Reidratação Pós Atividade Física
Verão chegando e com o aumento das
temperaturas, a preocupação para se manter hidratado é alta. Para quem faz
atividade física, os cuidados são ainda maiores pois a desidratação, além de
ser prejudicial para a organismo, também diminui o rendimento da atividade
física. Mas o que é melhor para repor os líquidos perdidos: água, isotônico, água
de coco?
Tudo vai depender do tipo de exercício que você faz ou se você faz algum exercício (se for esse seu caso, já deveria ter começado!). E ainda vai depender da duração do exercício e do ambiente que você está exposto.
Uma outra questão que causa polêmica é a
presença de corantes e aromatizantes artificiais, o que pode provocar
sobrecarga de toxinas ao organismo. E a gente já sabe, quanto menos toxinas
ingerimos, melhor para a nossa saúde.
Tudo vai depender do tipo de exercício que você faz ou se você faz algum exercício (se for esse seu caso, já deveria ter começado!). E ainda vai depender da duração do exercício e do ambiente que você está exposto.
- Para treinos intensos, de longa duração e de ambientes quentes, um praticante de atividade física se beneficia ingerindo isotônicos, pois é uma bebida de fácil absorção e tem proporção dos minerais semelhante ao organismo, por isso o nome isotônico. Além dos minerais, os isotônicos contém de 6 a 8% de carboidratos, o que garante energia para o exercício, preservando o rendimento do atleta.
- Porém, de uma forma geral, se o treino não ultrapassa 60 minutos, não é intenso e se a temperatura não é tão alta, a ponto de perda significativa do suor, não há a necessidade de reposição de carboidratos e minerais. Nesse caso, a água já é uma boa opção.
- Se você não faz atividade física, o isotônico não deve ser ingerido. Isso porque ele contém sódio e carboidratos que, dependendo da alimentação, podem se tornar excesso no organismo. Além disso, pessoas com diabetes, insuficiência renal, hipertensão ou doenças cardiovasculares não devem tomar isotônicos devido à sobrecarga dos nutrientes.
Uma outra questão que causa polêmica é a
presença de corantes e aromatizantes artificiais, o que pode provocar
sobrecarga de toxinas ao organismo. E a gente já sabe, quanto menos toxinas
ingerimos, melhor para a nossa saúde.
Pensando em opções mais naturais, o que
se destaca é a água de coco. Essa bebida não tem aditivos nenhum, é fonte de
carboidratos, excelente fonte de minerais, principalmente potássio e magnésio.
Além disso, contém pouco sódio.
Qual é o melhor então? Vai depender da
necessidade de cada um. Procure aconselhamento, procure seu nutricionista. Ele indicará a melhor opção para o seu caso.
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sábado, 23 de novembro de 2013
Bolo de banana com farinha de banana verde
Olá pessoal!
Hoje me inspirei para fazer um bolo sem glúten e sem leite delicioso com farinha de banana verde. Para quem não conhece, a banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando se cozinha, apresenta alto conteúdo de amido resistente na polpa da fruta.
Esse amido resistente é um tipo de carboidrato que não é digerido e absorvido sendo fermentado lá no intestino grosso. Quando a fruta amadurece, esse amido se transforma em açúcar.
A fermentação da banana verde no intestino grosso produz ácido grados de cadeia curta (AGCC) que são substâncias que ajudam no bom funcionamento do organismo e também estão associadas a prevenção de diversas doenças, principalmente o câncer e diabetes.
A banana verde também é fonte do prebiótico frutooligossacarídeo (FOS) que é um outro tipo de carboidrado que não é digerido e que estimula o crescimento de bactérias "boas" do cólon (bactérias probióticas). Os prébióticos modificam a composição da microbiota intestinal de tal maneira que as bactérias benéficas do organismo tornam-se predominante, o que melhora o funcionamento do intestino como um todo.
Além disso, o FOS ajuda a reduzir a liberação de glicose após as refeições contribuindo no melhor controle da glicemia e ainda ajuda diminuir a concentração de ácidos grãos e colesterol no sangue.
Bom, vamos para a receita que é sem glúten e sem lactose. Super fácil de fazer, por sinal!
Ingredientes:
- 1 ovo grande
- 1/4 xícara de açúcar mascavo
- 1/4 xícara de óleo de coco (dá pra fazer com óleo de soja ou canola)
- 1 xícara de farinha de banana verde
- 1 xícara de farinha sem glúten (FSG)
- 1 xícara de leite de soja
- 3 bananas
- 1 colher (sobremesa) de canela
- 1 colher de sopa de fermento em pó
Modo de preparo:
Bata o ovo com o açúcar, acrescente o óleo e misture bem. Em seguida, acrescente o leite e as farinhas. Bata até ficar homogêneo. Acrescente as bananas e a canela. Bate até desmanchar tudo (pode demorar um pouquinho). Junte o fermento em pó e mexa com o auxílio de uma espátula. Coloque em uma forma untada com óleo e farinha sem glúten. Asse até dourar (cerca de 40 minutos em forno 180ºC).
É uma opção excelente para antes do treino ou para aquela vontade de um docinho no meio da tarde!
Hoje me inspirei para fazer um bolo sem glúten e sem leite delicioso com farinha de banana verde. Para quem não conhece, a banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando se cozinha, apresenta alto conteúdo de amido resistente na polpa da fruta.
Esse amido resistente é um tipo de carboidrato que não é digerido e absorvido sendo fermentado lá no intestino grosso. Quando a fruta amadurece, esse amido se transforma em açúcar.
A fermentação da banana verde no intestino grosso produz ácido grados de cadeia curta (AGCC) que são substâncias que ajudam no bom funcionamento do organismo e também estão associadas a prevenção de diversas doenças, principalmente o câncer e diabetes.
A banana verde também é fonte do prebiótico frutooligossacarídeo (FOS) que é um outro tipo de carboidrado que não é digerido e que estimula o crescimento de bactérias "boas" do cólon (bactérias probióticas). Os prébióticos modificam a composição da microbiota intestinal de tal maneira que as bactérias benéficas do organismo tornam-se predominante, o que melhora o funcionamento do intestino como um todo.
Além disso, o FOS ajuda a reduzir a liberação de glicose após as refeições contribuindo no melhor controle da glicemia e ainda ajuda diminuir a concentração de ácidos grãos e colesterol no sangue.
Bom, vamos para a receita que é sem glúten e sem lactose. Super fácil de fazer, por sinal!
Ingredientes:
- 1 ovo grande
- 1/4 xícara de açúcar mascavo
- 1/4 xícara de óleo de coco (dá pra fazer com óleo de soja ou canola)
- 1 xícara de farinha de banana verde
- 1 xícara de farinha sem glúten (FSG)
- 1 xícara de leite de soja
- 3 bananas
- 1 colher (sobremesa) de canela
- 1 colher de sopa de fermento em pó
Modo de preparo:
Bata o ovo com o açúcar, acrescente o óleo e misture bem. Em seguida, acrescente o leite e as farinhas. Bata até ficar homogêneo. Acrescente as bananas e a canela. Bate até desmanchar tudo (pode demorar um pouquinho). Junte o fermento em pó e mexa com o auxílio de uma espátula. Coloque em uma forma untada com óleo e farinha sem glúten. Asse até dourar (cerca de 40 minutos em forno 180ºC).
É uma opção excelente para antes do treino ou para aquela vontade de um docinho no meio da tarde!
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